CONQUISTAS E FUGAS

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Lisboa. Portugal. Fevereiro de 2017.

Chegando às bordas do Rio Tejo, não há como não imaginar os navegadores portugueses partindo na direção do mar aberto com suas naus e caravelas, em busca de novas terras. Se por acaso eu esquecesse, este enorme Monumento aos Descobrimentos não deixa esquecer, com todos esses incríveis personagens aventureiros gravados em pedra.

Daqui também posso lembrar da fuga da família real para o Brasil em 1808. A pressa para não enfrentar o exército de Napoleão que se aproximava, em farrapos, mas se aproximava. Fosse estratégia ou covardia, a fuga de D. João VI marcou uma profunda mudança naquele Brasil que ainda apenas começava a se desenvolver.

O rio Tejo é enorme e eu vou caminhando ao seu lado na direção do horizonte, tentando ver lá do outro lado.

A.C.M.

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