“DOIS BRAVOS E UM VELHO”

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Angoulême. França. Março de 2015.

“À MEMÓRIA DE DOIS BRAVOS E DE UM VELHO” é o que leio gravado na pedra de um dos muitos monumentos à soldados que lutaram durante a segunda de uma dessas últimas guerras. Tomada, ocupada, batalhada e libertada, a França guarda memórias doces e amargas que hoje passeiam pelas reuniões de família, bares e ruas bem sinalizadas, pelos relatos dos velhos que viram e dos jovens que continuam imaginando como que revivendo as tragédias heróicas.

No meu caminho de casa para o centro de Angoulême, paro e me sento no banco de três lugares ao lado do monumento e tento ouvir o sussurro baixinho dos mortos que gostam de ser lembrados.

A.C.M.

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